sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

P R E V E N Ç Ã O


A COMUNICAÇÃO E O REGISTRO DE ACIDENTES NO TRABALHO

               A comunicação interna visando registrar a ocorrência de um acidente ocorrido no trabalho ou mesmo de situações que possam ofertar riscos à saúde ocupacional e a integridade física dos funcionários de uma empresa,  é uma ferramenta de grande valia na prevenção de situações indesejadas nessa empresa como a ocorrência de um acidente ou a desenvoltura de doenças relacionados ao trabalho.


          O tema aqui não se refere a comunicação e registro de acidentes do trabalho – C.A.T.- haja vista que isso trata-se de uma obrigatoriedade por conta da empresa onde ocorreu esse acidente para fins específicos junto ao Instituto Nacional de Seguro Social – INSS., conforme preconiza a lei.  Na verdade, a referência do texto paira sobre o registro interno de anomalias ocorridas no ambiente de trabalho como, além dos acidentes com vítimas de lesão corporal ou mesmo de dano material à propriedade da empresa, aqueles incidentes críticos ocorridos durante o dia a dia da jornada de trabalho.



INCIDENTE CRÍTICO:   Trata-se de falhas ocorrido no ambiente produtivo de qualquer espécie de segmento que decorrente do seu acontecimento NÃO gerou nenhum tipo de prejuízo à empresa, nem humano e nem tampouco material. É também chamado de “quase acidente” justamente pela ausência de perda à empresa onde ocorreu tal infortúnio laboral.


          Desta forma, torna-se importante a título de prevenção a adoção dos profissionais responsáveis pela segurança e saúde do trabalhador, dentro da empresa, prover meios para adotar essa forma de mentalidade de prevenção, por conta de registros de incidentes críticos ocorridos na empresa, justamente para subsidiar dados estatísticos visando detectar “focos” de fatos propensos à ocorrência de acidentes e/ou doenças relacionados ao trabalho e principalmente detectar as “CAUSAS” que possam originar a ocorrência de eventos indesejáveis que venham a ofertar prejuízo produtivo à empresa, ofendendo desta forma, a sua produtividade e consequentemente a sua lucratividade.


FERRAMENTAS DE APOIO:

          Assim sendo, com o intuito de prover uma mentalidade prevencionista coletiva na empresa, o profissional responsável pela segurança no trabalho de uma empresa, deverá sempre, incontinentia tudo, apoiar-se em ferramentas técnicas de prevenção tais como diálogos de segurança na fábrica, além da emissão de ordens de serviço, check list, análise preliminar de riscos e de tarefas, sempre ladeado com o prestimoso e valioso apoio da C. I. P. A. – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.



É MUITO BOM PENSAR ASSIM !!!


Texto: Professor ALBERTO SOUZA




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